sexta-feira, 30 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
OS MELHORES DISCOS DE ROCK E POP DE 2008
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ESCOLHE E ORDENA 25 DISCOS EDITADOS EM 2008. ENVIA PARA O EMAIL goodvibrations@live.com.pt
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OS DISCOS VOTADOS PODEM OU NÃO CONSTAR NA LISTA ABAIXO, QUE É MERAMENTE INFORMATIVA.
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A LISTA FINAL, RESULTADO DAS DIVERSAS VOTAÇÕES, SERÁ AQUI PUBLICADA DENTRO DE DUAS SEMANAS.
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TV on The Radio: Dear Science
Mais optimistas, polidos e acessíveis, os TV on the Radio não parecem ter sacrificado nada para se tornarem mais imediatamente acessíveis. Um álbum emocionante e cheio de vitalidade de um dos mais originais grupos da actualidade.
MGMT: Oracular Spectacular
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TV on The Radio: Dear Science
Mais optimistas, polidos e acessíveis, os TV on the Radio não parecem ter sacrificado nada para se tornarem mais imediatamente acessíveis. Um álbum emocionante e cheio de vitalidade de um dos mais originais grupos da actualidade.
MGMT: Oracular Spectacular
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O produtor dos Flamin Lips ajuda a construir uma glamorosa super produção neo-psicadélica em que Bowie, os Kinks e os Stones são impiedosamente revisitados e updated para 2009. Talvez algum excesso de citações num disco em tudo o resto sólido.
Brian Wilson: That Lucky Old Sun
O produtor dos Flamin Lips ajuda a construir uma glamorosa super produção neo-psicadélica em que Bowie, os Kinks e os Stones são impiedosamente revisitados e updated para 2009. Talvez algum excesso de citações num disco em tudo o resto sólido.
Brian Wilson: That Lucky Old Sun
“Brian Wilson is arguably the greatest American composer of popular music in the rock era.” (AMG). Quando este homem faz um disco sobre a Califórnia dos anos 50 e 60, a compra é obrigatória.
Claro que depois podemos dizer que a produção lembra mais os anos 70 do que Pet Sounds ou Smile, que a falta das vozes dos outros Wilson ou Mike Love se faz sentir… mas os génios não ligam ao que nós dizemos!
Metallica:Death Magnetic
Este é o regresso do reinado das guitarras eléctricas ao país dos Metallica, elas que tinham estado estranhamente ausentes dos seus últimos (e sofríveis…) discos.
O grupo sacode, neste excelente álbum, dez anos apáticos, e volta aos tempos em que os Metallica gostavam de ser uma banda de Rock convictamente violenta. Quatro estrelas e meia.
Lucinda Williams: Little Honey
Há muitos anos que Lucinda Williams escreve baladas sentimentais, canções de amor e hinos de liberdade sexual em forma de blues, country, folk e rock.
As letras continuam magníficas mas uma produção um pouco mais “polida” do que habitualmente deixa a “fera” um pouco adormecida. Não é o seu melhor disco, mas Lucinda, mesmo a meio gás, bate a concorrência mais esforçada!
Felice Brothers: Felice Brothers
Ian Felice soa por vezes como Bob Dylan, a banda ouviu TODOS os LPs dos The Band... Esta mistura de Folk, Americana e Roots Rock, em que se cantam histórias de bêbados na sarjeta, vagabundos na linha do comboio e lamentos de desiludidos é absolutamente irresistível.
Tindersticks: The Hungry Saw
Apesar da ausência de Dickon Hinchliffe, este é um clássico álbum dos Tindersticks, como se "Waiting for the Moon" tivesse sido gravado há um ano e não há cinco. O habitual tom sombrio é moderado por excelentes melodias com arranjos orquestrais sóbrios e de bom gosto. Acreditem ou não “Boobar Come Back to Me" é quase um single pop!
Um dos melhores álbuns de 2008.
American Music Club: The Golden Age
Embora apenas com Mark Eitzel e Vudi da formação original, e uma secção rítmica constituída por músicos de estúdio, este disco não é substancialmente diferente do que têm sido os álbuns dos American Music Club.
Mais próximo de United Kingdom do que de Everclear ou Mercury, The Golden Age está cheio de grandes composições, embora talvez globalmente sem o fulgor do precedente, "Love Songs For Patriots". As magníficas canções e a voz de Mark Eitzel (em grande forma) não farão muitos novos aficionados mas agradarão sem reservas aos convertidos que vêem, justamente, os American Music Club como uma das melhores bandas americanas das últimas três décadas.
Calexico: Carried to Dust
Victor Gastelum desenhou uma capa lindíssima (como sempre) num disco excêntrico, inesperado, brilhante, inclassificável … Como é que se explica uma música que bebe no Tex Mex, no Vaudeville, na América Latina e no mais negro rock alternativo? Uma festa não só de sons, mas de cheiros e sabores, que começa com "As Mão de Vítor Jara" e nos arrasta irresistivelmente.
Depois de terem enfrentado (e afrontado) a América de Bush, os Calexico cantam os grandes espaços num álbum verdadeiramente luminoso.
Um regresso em grande forma de um grupo profundamente original e refrescante. Faz-se pouca, muito pouca, música assim. Magnífico.
Steve Wynn: Crossing Dragon Bridge
O filho espiritual de Alex Chilton, Steve Wynn (ex-Dream Syndicate), lançou este ano o seu melhor álbum a solo de sempre, cheio de música Neo-Psicadélica, Pop/Rock, Pop Barroco e Folk-Rock. Produzido por Chris Eckman (songwriter, guitarrista e fundador dos Walkabouts).
Cut Copy : In Ghost Colours
Dance music com batidas rock, sintetizadores electro-disco, arranjos psicadélicos e coros melodiosos. Divertido.
Kate Rusby: Sweet Bells
Uma das mais ignorada e das mais belas vozes americanas. Os excelentes arranjos de cordas dão um toque verdadeiramente requintado a este disco.
Glasvegas: Glasvegas/ A Snowflake Fell (And it Felt Like a Kiss)
Pop, rock’n’roll, rockabilly, ora parece rock americano, ora parece rock inglês… divertidissimo.
The Fireman: Electric Arguments
Alguém disse que este é o melhor álbum de Paul McCartney desde Band On The Run…
The Killers: Day & Age
Imediato e sem nunca se levar muito a sério, é um disco em que o estilo conta mais que a substância. É um pastiche mas sem nunca se perceber bem de quê...
Tony Christie: Made in Sheffield
Inesperado (e é mesmo ESSE Tony Christie!)
Jolie Holland: The Living and the Dead
Uma das novas (e melhores) cantoras folk americanas num registo um pouco mais acessível. Mas continua a ser a música triste e devastadora de uma poetisa pessimista.
Damien Jurado: Caught in the Trees
Um dos melhores singers/songwriters do mundo, Damien vai discretamente construindo uma discografia impressionante, enquanto mantém o seu emprego de educador de infância.
Peter Broderick: Home
Um disco despojado, por vezes um pouco frio, mas inegavelmente belo. O fantasma dos Joy Division passou por aqui.
Joseph Arthur and the Lonely Astronauts: Temporary People
Quando é que vão descobrir que Peter Gabriel tem razão? Joseph Arthur é um génio! Um dos discos mais descontraídos do ano, com uma banda que parece estar à vontade em todos os géneros. Soa naturalmente "alternativo", uma espécie de Wilco sem perfeccionismos.
The Cure: 4.13 Dream
Bem melhor e mais fresco do que seria de esperar, todos estes anos depois.
Kaiser Chiefs: Off With Their Heads
Eles. Outra vez. Apesar dos arranjos de Mark Ronson não agradarem a todos, é inegável que trouxeram de novo aos Kaiser Chiefs o gozo de fazer música, que parecia ausente no seu decepcionante disco anterior.
Bonnie "Prince" Billy: Is it the Sea?
Um dos grandes compositores do século XXI. Fundamental.
Death Vessel: Nothing is Precious Enought For Us
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“Americana” na sua mais estranha vertente, já que nunca se percebe exactamente se o modelo é o "clássico" Gram Parsons ou os experimentais Iron & Wine e Devendra Banhart.
“Americana” na sua mais estranha vertente, já que nunca se percebe exactamente se o modelo é o "clássico" Gram Parsons ou os experimentais Iron & Wine e Devendra Banhart.
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The Acorn: Glory Hope Mountain
De vez em quando chegam coisas destas do Canada. O grande sucessor de Broken Social Scene e Arcade Fire. Lírica e musicalmente belíssimo.
The Dears: Missiles
Também canadianos, mas com uma música menos imediata do que os outros “novos canadianos”. TV on The Radio e Radiohead aparecem aqui e ali ao longo do álbum…
Attic Lights: Friday Night Lights
Pop, country e folk em doses perfeitas, para quem gosta de música verdadeiramente divertida. A evitar pelos “intelectuais”.
John Mellencamp: Life Death Love and Freedom
Ressurgido das trevas do tempo… Ao seu melhor nível.
Fucked Up: The Chemistry of Common Life
Alguém quer escolher um bom disco de punk, hardcore, heavy? Ouça este.
The Unabombers: Electric Chair Saved My Life
Electrónico e algo impenetrável. Para os apreciadores.
Jim White: A Funny Little Cross to Bear
Lo-Fi? Country ou Folk alternativo? Singer/ Songwriter alternativo? Americana? O indescritível Jim White ao vivo.
Eugene McGuinness: Eugene McGuinness
Indie Pop interessante, com boas melodias e influências (Arctic Monkeys,Franz Ferdinand), mas falta ainda uma direcção e uma maior solidez.
Oasis: Dig Out Your Soul
Pois, é o novo dos Oasis. Não podia ficar de fora, até porque é possivelmente o seu melhor disco desde o lançamento dos dois primeiros, em 94/95.
Se andaram desiludidos com os Oasis nos últimos anos, este álbum pode ser a reconciliação.
Of Montreal: Skeletal Lamping
Of Montreal: Skeletal Lamping
Não é o mais genial dos seus discos, há um toque de artificialismo Glam e pretensiosismo desnecessários. "Hissing Fauna, Are You the Destroyer?", o difícil mas brilhante álbum anterior, merecia talvez um melhor sucessor.
The Aliens: Luna
Retro-futuristas(?), os sobreviventes dos Beta Band fazem mais um disco de brilhantes melodias neo-psicadélicas. É impossível não adorar!
Seasick Steve: I Started Out with Nothin' and I Still Got Most of it Left
Sim, ainda se fazem discos de Blues e Folk assim, só ouvindo se acredita. Steve gravou 3 álbuns em 68 anos de vida…
Absentee: Victory Shorts
Grandes músicas, uma voz poderosa que evoca Johnny Cash, baladas convincentes. Grande álbum.
Jenny Lewis: Acid Tongue
Ainda melhor que “Rabbit Fur Coat”. Abandonando uma certa pose tradicionalista, Jenny faz um álbum que parece uma jam session dos anos 70, alternando excelentes baladas com rock batido e tradicional. Uma boa surpresa.
Portishead: Third
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O melhor, mais imaginativo e mais estranho disco da sua carreira. Excelente.
O melhor, mais imaginativo e mais estranho disco da sua carreira. Excelente.
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Kings of Leon: Only by the Night
O novo dos Kings. A sua música saiu da garagem para os estádios, a saudade dos anos 70 está mais longe, há mais U2 e menos Led Zeppelin. Há quem goste mais, há quem goste menos...
Lindsey Buckingham: Gift of Screws
Um álbum profissional (no melhor sentido da palavra). Não há aqui muita paixão, mas a música é surpreendentemente fresca.
Giant Sand: Provisions
Durante os últimos 20 anos Howe Gelb e os seus amigos foram emergindo do deserto do Arizona para gravar discos memoráveis. Este é, salvo erro, o 16º.
Bloc Party: Intimacy
Sonic Youth, Joy Division, Gang of Four e os Cure num novo cocktail, mas menos conseguido do que em “Silent Alarm”(2005)
James Yorkston: When the Haar Rolls In
Apaixonado pela música Celta, influenciado por Bert Jansch, John Martyn e os Watersons , este é um álbum de Folk britânica do século XXI
Teddy Thompson: A Piece of What You Need
O filho de Richard segue as pisadas do pai. Ainda não tão eclético e esfusiante, mas ele tem tempo... Indispensável.
The Real Tuesday Weld: The London Book of the Dead
Stephen Coates (um pouco de Burt Bacharach, Ennio Morricone e Serge Gainsbourg) faz mais um disco de pop adulto, alternativo e inteligente.
The Week That Was: The Week That Was
Indie Pop complexo, melódico e imaginativo. Brilhante.
The Bookhouse Boys: The Bookhouse Boys
Pop Rock feito com muito bom gosto.
Noah and the Whale: Peaceful, the World Lays Me Down
Indie, romântico, escuro … De Londres.
Rivulets: You Are My Home
Calmo e lento, Nick Drake com os Sigur Rós. Despojado e delicado.
Wild Billy Childish & The MBEs: Thatcher’s Children
50 discos mais tarde Childish continua a fazer o mesmo “angry punk” de sempre.
Conor Oberst: Conor Oberst
Mais um disco reflexivo de música alternativa que bebe no Country e no Folk. Mesmo longe da sua faceta mais trepidante (Bright Eyes), Conor continua a demonstrar grandes capacidades musicais.
Jakob Dylan: Seeing Things
Despojado, confiante, caloroso, hipnótico, este é o disco em que Jakob mostra, como nunca tinha feito nos Wallflowers, que é o filho de quem é.
Ted Barnes:Portal Nou
Música cheia de alegria e empenhamento, o Folk contemporâneo no seu melhor, pelo acompanhante habitual de Beth Orton.
Liam Finn: I'll Be Lightning
O filho de Neil Finn faz um disco digno do seu famoso pai: belas melodias, refrões irresistíveis e harmonias vocais fantásticas. A nostalgia dos Beatles.
Pop Levi: Never Never Love
Este casamento entre T Rex e Led Zeppelin, embora por vezes excessivo no seu entusiasmo, é um álbum de glam-heavy-pop a não ignorar.
The Hold Steady: Stay Positive
O novo som de New York, indie, entusiástico e inteligente. Mas os três álbuns anteriores são ainda melhores.
Jackie Leven: Lovers at the Gun Club
O melhor cantor/compositor escocês que vocês nunca ouviram, fez mais um álbum melancólico, introspectivo e imperdível.
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Beck: Modern Guilt
Beck tenta não ser igual a si próprio mais uma vez. E consegue. Um grande disco.
Wire: Object 47
Mais pop e melódico que o precedente (“Send”), os Wire continuam há 30 anos a encontrar uma forma diferente de gravar o mesmo disco. Uma maravilha.
Leila: Blood Looms and Blooms
A música electrónica por vezes também é calorosa e envolvente. Não é a minha onda, mas é um bom disco.
Patti Smith and Kevin Shields : The Coral Sea
A homenagem da madrinha do Punk de NY a Robert Mapplethorpe, com a colaboração do ex-My Bloody Valentine.
Black Kids: Partie Traumatic
Um bom álbum de estreia”manchado” apenas por uma excessiva colagem ao som dos anos 80. Mais um fenómeno de divulgação na Internet.
Eli "Paperboy" Reed and the True Loves: Roll With You
Soul branco com um feeling invulgar.
Eliza Carthy: Dreams of Breathing Underwater
Sonhos (e pesadelos) de um mundo (Folk) fantasmagórico. Irreal.
Nico Muhly: Mothertongue
É, alternadamente, pop/rock, minimalista, clássico e avant-garde, mas sempre fascinante. Indescritível.
Things In Herds: Nothing Is Lost
Lider e compositor da banda, Pete Lush, reduz tudo ao mínimo indispensável, lírica e musicalmente, fazendo os Red House Painters parecerem uma orquestra de dança ou Nick Drake um animador de festas. Arrepiante.
Semifinalists: 2
Prefab Sprout, Tears for Fears, New Order, Pet Shop Boys…. Uma intrincada tapeçaria que é melhor que a soma dos “fios” com que é tecida.
White Denim: Workout Holiday
O Texas é um nunca acabar de surpresas. Visceral e duro, este é Rock de todos os tempos.
Emmylou Harris: All I Intended to Be
Quarenta anos depois do seu primeiro álbum, parece cantar cada vez melhor. Um clássico.
Fleet Foxes: Fleet Foxes
Como se os arranjos fossem dos Beach Beach Boys e as músicas cantadas pelos Fairport Convention. É assim mesmo.
Joan As Police Woman: To Survive
Um disco maduro, marcado pela morte da mãe. Ainda melhor que o primeiro.
Ladytron: Velocifero
Um álbum de Rock Gótico, electrónico, escuro e obsessivo.
The Fallen Leaves: It's Too Late Now
Rock de garagem, limpo e melódico. Liderados por Rob Symmons (ex-Subway Sect) , eternamente apaixonado pelas British Beat Bands dos anos 60.
Paul Weller: 22 Dreams
Paul Weller continua a fazer discos excitantes e entusiasmantes.
Al Green: Lay it Down
A voz vale o disco.
Martha Wainwright: I Know You're Married But I've Got Feelings Too
Intrigante e original. Introspectivo e inteligente. Filha de peixe…
Death Cab for Cutie: Narrow Stairs
Melódico, como sempre, mas mais arriscado na produção do que anteriormente, chega quase a ser imprevisível. Não se acomodando ao Grammy que receberam há dois anos, esta é uma banda orgulhosamente Indie.
Phil Campbell: After the Garden
Ele é um dotado songwriter, mas o seu trabalho é propositadamente simples e despretensioso.
The Black Angels: Directions to See a Ghost
Estes 6 furiosos Texanos tiraram o seu nome dos Velvet Underground mas também ouviram Love e Doors. Neo Psicadélicos cheios de boas referências.
Bon Iver: For Emma, Forever Ago
Minimalista e intimista. Paisagens interiores pintadas com delicadas aguarelas de emoções. Lindíssimo.
Isobel Campbell and Mark Lanegan: Sunday at Devil Dirt
A Bela e o Monstro? É incrível como estes dois funcionam bem juntos… E resulta em mais um álbum brilhante.
Big Linda: I Loved You
Ainda há algo de novo e imaginativo na cena hard-rock.
Kathleen Edwards: Asking for Flowers
Mais uma canadiana com grandes canções, sentido de humor e muito bom gosto. Já vi isto em qualquer lado, mas é sempre bom o reencontro.
The Last Shadow Puppets: The Age of the Understatement
Inspirando-se em Scott Walker e David Bowie, Alex Turner ( Arctic Monkeys) e Miles Kane (Rascals) gravam em França um disco inesperado em que a Orquestra Metropolitana de Londres é convidada de honra!
Robert Forster: The Evangelist
O "John Lennon" dos Go-Betweens grava mais um grande álbum, marcado pela perda do seu “Paul McCartney", Grant McLennan. Intenso, convincente e comovente.
Jim Noir: Jim Noir
Indie pop electrónico. Ingénuo, mas com algumas boas canções.
Sun Kill Moon: April
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Sun Kil Moon é o novo projecto de Mark Kozelek, anterior lider dos Red House Painters. Kozelek pinta quadros sonoros belíssimos tendo como temas o desgosto, o amor,a saudade, o arrependimento e, ocasionalmente, a esperança. É um disco construído lentamente e com paciência, deve ser ouvido da mesma forma.
Nick Cave & The Bad Seeds : Dig!!! Lazarus Dig!!!
Um disco encharcado de creatividade, violência, humor, beleza, mistério, maledicência e desespero. Nick Cave de regresso à sua melhor forma.
Black Francis: Svn Fngrs
“Desistindo” do heterónimo Frank Black e reassumindo a sua identidade de lider dos Pixies, Charles Thompson III escreve e grava o seu melhor conjunto de canções dos últimos anos.
Stephen Malkmus & The Jicks Real Emotional Trash
Finalmente liberto da sombra dos Pavement, Stephen faz discos cada vez melhores. Os dez minutos de "Real Emotions" Trash valem o CD.
Malcolm Middleton: Sleight of Hand
Um jovem Paul Simon, um artista muito dotado com a viola acústica.
Adam Green: Sixes and Sevens
Como sempre, naquela fina linha entre o romântico e o kitsch. Delicioso e açucarado, mas sem enjoar.
The Young Knives: Superabundance
A vida moderna impiedosamente retratada num disco punk cheio de boas ideias, críticas inteligentes e grandes canções.
Elbow: The Seldom Seen Kid
Um equilíbrio perfeito entre um conteúdo de sentimentos etéreos e a forma progressiva das canções. Grande disco.
Van Morrison: Keep it Simple
Uma hora com Van Morrison é sempre uma hora bem passada.
Jeff Healey: Mess of Blues
Um grande disco de blues. Intemporal.
Foals: Antidotes
Post Punk? After New Wave? Não sei bem, há até arranjos electrónicos, alguém ouviu Gang of Four... Excitante.
Guillemots: Red
Guillemots são Fyfe Dangerfield (pianista clássico britânico) MC Lord Magrao (guitarrista brasileiro), Greig Stewart (aka Rican Caol, percursionista escocês), e Aristazabal Hawkes (contrabaixista canadiano). Se acreditam que pode haver verdadeira inocência na música, há aqui um disco mágico para descobrir.
Merz: Moi et Mon Camion
Electro Indie Pop que vive da voz hipnótica de Lambert e de algumas melodias irresistíveis.
Black Keys: Attack and Release
White Stripes, Jimi Hendrix, James Brown ... um álbum de Blues (?) imprevisível.
R.E.M: Accelerate
Algo se revitalizou nos REM, como se acreditassem que seria possível outra vez…
The Dirtbombs: We Have You Surrounded
O mais recente protest/singer dos EUA, entre coros de Doo-Woop e riffs de arrasar. Punk Rock de garagem com consciência social e política.
Hot Chip: Made In The Dark
Uma banda habitualmente com mais ideias que gosto musical atinge aqui o seu equilíbrio. Como se Paul McCartney cantasse as suas músicas acompanhado pelos New Order, topas?
Dead Meadow: Old Growth
Subtítulo (meu): “Blue Cheer Featuring Syd Barrettt and Guesting Black Sabbath”. Directamente da Pré-História de 69/70 para o séc.XXI sem paragem em lado nenhum!
Mlle Caro & Franck Garcia: Pain Disappears
Ben Watt (Everything But the Girl) é um songwriter folk-pop transformado em deep-house DJ. Divertido.
The Duke Spirit: Neptune
Como se Sonic Youth,Gun Club,The Velvet Underground e Patti Smith fizessem pop songs com um feeling art-rock. Inesperado.
Vampire Weekend: Vampire Weekend
Mais um disco da nova e inesgotável cena de NY. Afro-pop com um toque indie-chamber. Highly recommended!
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Baby Dee: Safe Inside the Day
Cantora, compositora, virtuosa intérprete de harpa, Baby Dee faz aqui um disco entre Bach de Cabaret e Rock da Broadway. Irresistível para quem aprecia música diferente e original.
Envelopes: Here Comes the Wind
Sediado em Estocolmo, este grupo franco-sueco mostra a sua admiração por Mutantes, Pixies, Kate Bush, Young Marble Giants… será Indie/Pop/Rock Psicadélico? Digam-me depois.
The Feeling: Join With Us
Mais forma que conteúdo, rock dos anos 70 com um cheiro a Carpenters e 10 CC, talvez enjoativo com mais audições, mas sedutor à primeira.
Nada Surf: Lucky
Pop/Rock quente e melodioso, irresistível para quem gosta de música sem grandes complicações nem exigências ao ouvinte. Muito bom.
Figurines: When the Deer Wore Blue
Pop psicadélico e Lo-Fi, bem mais caloroso do que a Dinamarca de onde é originário. Como se os Decemberists tivessem pilhas novas.
Pete & The Pirates: Little Death
Indie-pop frenético, entre Franz Ferdinand e os saudosos Chillls.
Sheryl Crow: Detours
Sheryl tem coisa boas e coisas muito más. Este disco parece só ter as boas.
The Coal Porters: Turn the Water on, Boy
O ex-Long Ryders Sid Griffin continua em busca do disco que Gram Parsons ou Chris Hillman se esqueceram de fazer. Com um pouco mais de convicção e energia, ele poderá igualar os "mestres".
Los Campesinos: Hold on Now; Youngster
Um manifesto pop divertido e transbordante de energia e humor. Talvez outro grupo tivesse umas baladas pelo meio para amenizar, mas não estes escoceses: é sempre a abrir!
Goldfrapp: Seventh Tree
Alguém já disse que Goldfrapp é um pseudónimo da reunião de Kate Bush com os St. Etienne.
k.d. lang: Watershed
Voz, talento, arranjos, inspiração e ambiente. Mais um grande disco .
One More Grain: Isle of Grain
One More Grain é o projecto de Daniel Patrick Quinn que declama os seus poemas sobre telas sonoras que tanto lembram os Fall como os Can ou uma banda de dança cigana. Esse género de rock, estão a ver?
Sons and Daughters: This Gift
Espero que os admiradores do folk-rock apreciem esta forma mais dramática e inspirada de acompanhar a fantástica voz de Adele Bethel. Algumas belas guitarradas lembram os Bad Seeds nos seus melhores momentos.
Adrian Crowley: Long Distance Swimmer
Uma das grandes promessas irlandesas, Adrian Crawley mostra o seu talento neste seu quarto disco. Falta-lhe talvez um produtor capaz de mostrar o seu verdadeiro talento.
British Sea Power: Do You Like Rock Music
Uma das poucas bandas que ainda faz música com algum risco, estão aqui um pouco mais longe do que habitualmente de Joy Division e Echo & Bunnymen. O seu melhor disco.
Thistletown: Rosemarie
Folk intemporal, um dos grandes discos de 2008, 1875 ou 2134.
Cat Power: Jukebox
Um disco quente e românticode uma das grandes CANTORAS do nosso tempo.
Black Mountain: In the Future
O Futuro está só no nome, uma fusão retro de Funkadelic e Deep Purple.
Rufus Wainwrigth: Live at Carnegie Hall
Ao vivo Rufus parece mais convincente do que nos seus anteriores (e mornos) discos.
Lacrosse: This New Year Will Be for You and Me
Não há um miligrama de ironia no título. Há anos que os escandinavos se apaixonaram pelo West Coast Pop dos anos 60 (Byrds,Beach Boys,Association,etc).. Dos seus glaciares são regularmente descongelados os melhores álbuns dessa altura. Este é mais um deles.
Coldplay: Viva La Vida
A utilização de um quadro de Delacroix na capa simboliza a prioridade dos Coldplay no bom gosto e no classicismo. Contratar Brian Eno para produzir o álbum traz alguma experimentação à sua música. Deste equilíbrio se faz um bom disco.
Sigur Rós Med Sud I Eyrum Vid Spilum Endalaust( With a Buzz in Our Ears We Play Endlessly)
Uma beleza feita de urgência, como se toda a preocupação fosse o conteúdo e não a forma. O grupo traz neste álbum o seu lado mais pop, mais ensolarado e optimista, para as suas canções. É um álbum a uma escala mais humana, menos titânico e grandioso, mas não menos emocionante. Uma obra de confiança e amor pelos outros.
Shelby Lynne : Just A Little Lovin'
Produzido por Phil Ramone e gravado com o microfone de Frank Sinatra, este é um GRANDE disco de homenagem à maior cantora Pop/Rock que o Reino Unido produziu: Dusty Springfield. Que isso seja feito por uma cantora/criadora do nível de Shelby torna este disco obrigatório,basta ouvir a versão de "I Only Want to Be with You"!
The Dodos : Visiter
Folk, ainda será isto Folk? Arcaico e exótico, com influências country e blues, tambores africanos, pianos de brincadeira, riffs de hard rock tocados em bandolins… Talvez seja Folk mesmo, só no Folk há esta alegria e esta sensação de liberdade.
Randy Newman
“You're living in the richest country in the world/Wouldn't you think you'd have a better life?". (A Piece Of The Pie)
Mais uma colecção de temas de New Orleans, canções “roubadas” da Broadway, ternas baladas de amor e ácidos poemas de crítica social. Tudo isto executado e misturado como só as velhas raposas o sabem fazer. Aproveitem, porque o seu álbum anterior ("Bad Love") tem 9 anos, ninguém sabe quando sairá o próximo...
Raconteurs: Consolers of the Lonely
Jack White (White Stripes) “liberta-se” nos Raconteurs. Se o primeiro álbum foi acusado de ser um mero divertimento “power pop”, este segundo tem blues demoníacos, rock progressivo, pop psicadélico e guitarradas hard rock. Para todos os gostos!
Neon Neon: Stainless Style
O cantor dos Super FunyAnimals e o rapper Boom Bip inventam Neon Neon para reafirmar e revitalizar todos os clichés da Pop.
Nicole Atkins: Neptune City
Crooner de um mundo de ficção, onde a brutalidade não existe, Nicole concilia David Lynch e toda a tradição dos Girl Groups de 60 num disco luxuriante.
The Dodos : Visiter
Folk, ainda será isto Folk? Arcaico e exótico, com influências country e blues, tambores africanos, pianos de brincadeira, riffs de hard rock tocados em bandolins… Talvez seja Folk mesmo, só no Folk há esta alegria e esta sensação de liberdade.
Randy Newman
“You're living in the richest country in the world/Wouldn't you think you'd have a better life?". (A Piece Of The Pie)
Mais uma colecção de temas de New Orleans, canções “roubadas” da Broadway, ternas baladas de amor e ácidos poemas de crítica social. Tudo isto executado e misturado como só as velhas raposas o sabem fazer. Aproveitem, porque o seu álbum anterior ("Bad Love") tem 9 anos, ninguém sabe quando sairá o próximo...
Raconteurs: Consolers of the Lonely
Jack White (White Stripes) “liberta-se” nos Raconteurs. Se o primeiro álbum foi acusado de ser um mero divertimento “power pop”, este segundo tem blues demoníacos, rock progressivo, pop psicadélico e guitarradas hard rock. Para todos os gostos!
Neon Neon: Stainless Style
O cantor dos Super FunyAnimals e o rapper Boom Bip inventam Neon Neon para reafirmar e revitalizar todos os clichés da Pop.
Nicole Atkins: Neptune City
Crooner de um mundo de ficção, onde a brutalidade não existe, Nicole concilia David Lynch e toda a tradição dos Girl Groups de 60 num disco luxuriante.
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The Ruby Suns: Sea Lion
A pop neo-zelandesa sempre foi um oásis de paz no mundo do Pop/Rock, e os Ruby Suns têm aqui um momento de grande beleza e verdadeira alegria de viver.
Lambchop: Oh (Ohio)
Escrevi, quando os vi na Aula Magna, que os Lamchop têm uma obra irrepreensível que não teme comparação com nenhuma outra. Ambiciosa, entre o chamber-pop e o experimentalismo, uma banda que se continua firmemente a afirmar como independente. Já lhes chamaram “Nashville's most fucked up country band" ….
Silver Jews: Lookout Mountain, Lookout Sea
Uma mistura indescritível de indie rock, country-rock e lo-fi, a que se acrescenta neste disco uma luminosidade e uma poesia ainda mais evidentes, mais à flor da pele. Um dos mais belos discos do ano.
Anthony & The Johnsons: Crying Light
O rei/rainha de uma música avant-garde de cabaret, entre chamber pop e indie, planante e sonhador. Perdeu-se talvez a surpresa mas não o encanto da voz.
The Stills: Oceans Will Rise
Este disco liberta finalmente os Stils do rótulo de seguidores de Echo & the Bunnymen e Joy Division, graças a uma inesperada capacidade inventiva de canções próprias. O melhor álbum destes canadianos.
She & Him: Volume One
A pop neo-zelandesa sempre foi um oásis de paz no mundo do Pop/Rock, e os Ruby Suns têm aqui um momento de grande beleza e verdadeira alegria de viver.
Lambchop: Oh (Ohio)
Escrevi, quando os vi na Aula Magna, que os Lamchop têm uma obra irrepreensível que não teme comparação com nenhuma outra. Ambiciosa, entre o chamber-pop e o experimentalismo, uma banda que se continua firmemente a afirmar como independente. Já lhes chamaram “Nashville's most fucked up country band" ….
Silver Jews: Lookout Mountain, Lookout Sea
Uma mistura indescritível de indie rock, country-rock e lo-fi, a que se acrescenta neste disco uma luminosidade e uma poesia ainda mais evidentes, mais à flor da pele. Um dos mais belos discos do ano.
Anthony & The Johnsons: Crying Light
O rei/rainha de uma música avant-garde de cabaret, entre chamber pop e indie, planante e sonhador. Perdeu-se talvez a surpresa mas não o encanto da voz.
The Stills: Oceans Will Rise
Este disco liberta finalmente os Stils do rótulo de seguidores de Echo & the Bunnymen e Joy Division, graças a uma inesperada capacidade inventiva de canções próprias. O melhor álbum destes canadianos.
She & Him: Volume One
Duo composto pela actriz Zooey Deschanel e o “mago” do folk M. Ward, She & Him é tão luminoso como elegante.
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quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
SUGESTÕES (PESADAS) PARA OS MELHORES DE 2008
por A Matos Silva
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Aqui ficam algumas sugestões de peso para o ano de 2008:
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Opeth: Watershed
Opeth: Watershed
- a banda sueca presenteou-nos este ano com mais um magnum opus digno de figurar em qualquer lista feita para o ano transacto. Uma carreira de quase 20 anos a versar no death-metal, que este ano - muito por causa do seu líder Mikael Akerfeldt - aposta num registo mais soft do que aquilo que é costume. Depois de Ghost Reveries, Watershed é um álbum de homenagem a Deep Purple, Pink Floyd e Jethro Tull. Quem duvida que oiça a faixa de abertura (Coil), Burden e Hessian Peel. Depois de Damnation, é o registo mais progressivo da banda até à data (o site progarchives.com deu-lhe mesmo o primeiro lugar do ano).
Caina: Temporary Antennae
- o projecto britânico de Andrew Curtis-Brignell transitou do black-metal para o pós-rock. Com este novo LP, mesmo sem esquecer as raízes, oferece-nos longas paisagens frias e obscuras, repletas de uma musicalidade única, viciante e contagiante. Uma one-man band a seguir nos próximos anos.
Supercontinent: Vaalbara
- Depois de Cult Of Luna e Mastodon, pensou-se que o sludge seria mais uma "modinha". Enganem-se os cépticos e ouça-se este excelente álbum do conjunto norte-americano: riffs geniais e poderosíssimos, capazes de possuír o ouvinte à primeira audição (e nos dias que correm, constitiu uma difícil tarefa).
ThanatoSchizo: Zoom Code
Dez anos de carreira e um álbum de uma vida. Os transmontanos ThanatoSchizo realizam, ao quarto álbum, uma tarefa difícil e até invejável: fazer um grande álbum que os vai tornar marco do metal nacional e do underground internacional. Zoom Code é um álbum que enche as medidas de qualquer apreciador de metal: do mais duro, ao mais experimental e exótico. Para isso, contam com as participações de Timb Harris (Estradasphere) e Zweiss (Ex-Dodheimsgar e Fleurety), as inspirações retiradas de Mr. Bungle e Faith No More e a excelente e essencial orientação de Guilhermino Martins.
The Firstborn: The Noble Search
- Ao segundo longa duração, Bruno Fernandes e companhia gravam o seu melhor álbum. O black-metal presente em The Unclenching Of Fists foi deixado de lado para abraçar o experimentalismo, a música oriental e o death 'n' roll (imagine-se uns Misfits ou Danzig mais extremos). Álbum essencial para quem quer perceber o metal português e os The Firstborn e álbum do ano nacional. Mais pontos para a recente Major Label Industries.
Judas Priest: Nostradamus
- Num ano em que os Metallica voltaram - supostamente - aos grandes discos de antigamente e os AC/DC regressaram ao estúdio (segundo Brian Johnson e Angus Young a banda está "na melhor forma de sempre"), quem leva o prémio de melhor regresso, são a banda de Robert Halford. Os Priest presentearam os ansiosos fãs com uma obra-prima de heavy-metal experimental (se é que tal classificação existe, mas é sem dúvida a mais acertada) recheada de grandiosos temas. Os Priest estão em grande forma e a provar isso mesmo - além deste duplo-álbum - está aí a Priest Feast, com passagem já garantida por Portugal.
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OUTRAS SUGESTÕES PARA OS MELHORES DE 2008
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The Walkmen: You and Me
The Bug: London Zoo
Toumani Diabaté: The Mande Variations
Amadou And Marian: Welcome To Mali
Shearwater: Rook
Deerhunter: Offend Maggie
Portugal, The Man: Censored Colors
Lymme Li: Youth Novels
Punch Brothers: Punch
Fujiya & Miyagi: Lightbulbs
Little Jackie: The Stoop
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The Walkmen: You and Me
The Bug: London Zoo
Toumani Diabaté: The Mande Variations
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Portugal, The Man: Censored Colors
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Punch Brothers: Punch
Fujiya & Miyagi: Lightbulbs
Little Jackie: The Stoop
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LISTA "NO DEPRESSION" OS MELHORES DE 2008
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Mais de metade dos discos classificados na " NO DEPRESSION" já estavam na nossa lista , mas aqui está a classificação desta revista, podendo servir de indicador e referência para a vossa votação. Retirei as colectâneas e reedições, como habitualmente.
THE "NO DEPRESSION" TOP 40 ALBUMS OF 2008
1-Alejandro Escovedo, Real Animal (Back Porch/Manhattan) -- 88 -- 14
2. Hayes Carll, Trouble In Mind (Lost Highway) -- 44 -- 6
3. Drive-By Truckers, Brighter Than Creation's Dark (New West) -- 43.5 -- 8
4. My Morning Jacket, Evil Urges (ATO) -- 39 -- 5
5. Ben Sollee, Learning To Bend (self) -- 37.5 -- 5
6. Lucinda Williams, Little Honey (Lost Highway) -- 37 -- 7
7. Shelby Lynne, Just A Little Lovin' (Lost Highway) -- 37 -- 6
8. Nick Cave & the Bad Seeds, Dig!!! Lazarus Dig!!! (Anti-) -- 37 -- 6
9. Randy Newman, Harps And Angels (Nonesuch) -- 36 -- 6
10. Kathleen Edwards, Asking For Flowers (Zoe/Rounder) -- 35 -- 6
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11. Bon Iver, For Emma, Forever Ago (Jagjaguwar) -- 33 -- 5
12. Santogold, self-titled (Downtown) -- 33 -- 5
13. SteelDrivers, self-titled (Rounder) -- 29 -- 5
14. Hold Steady, Stay Positive (Vagrant) -- 28.5 -- 7
16. Abigail Washburn & the Sparrow Quartet, self-titled (Nettwerk) -- 28 -- 4
17. Jamey Johnson, That Lonesome Song (Mercury Nashville) -- 27 -- 4
18. Old 97's, Blame It On Gravity (New West) -- 27 -- 4
20. Basia Bulat, Oh, My Darling (Rough Trade) -- 25 -- 3
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21. Fleet Foxes, self-titled (Sub Pop) -- 24 -- 3
22. Calexico, Carried To Dust (Quarterstick) -- 23 -- 3
24. R.E.M., Accelerate (Warner Bros.) -- 21 -- 4
25. Justin Townes Earle, The Good Life (Bloodshot) -- 21 -- 3
26. Tift Merritt, Another Country (Fantasy) -- 20 -- 3
27. Teddy Thompson, A Piece Of What You Need (Verve Forecast) -- 18.5 -- 3
28. Gary Louris, Vagabonds (Ryko) -- 17 -- 3
29. Caroline Herring, Lantana (Signature Sounds) -- 16.5 -- 2
30. TV On The Radio, Dear Science (DGC/Interscope) -- 16 -- 3
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31. Raconteurs, Consolers Of The Lonely (Warner Bros.) -- 16 -- 4
32. Felice Brothers, self-titled (Team Love) -- 16 -- 3
34. Buika, Nina De Fuego (Warner International) -- 15 -- 2
35. B.B. King, One Kind Favor (Geffen) -- 14 -- 3
36. Jolie Holland, The Living And The Dead (Anti-) -- 14 -- 2
37. She & Him, Volume One (Merge) -- 13 -- 4
38. Michael Franti & Spearhead, All Rebel Rockers (Anti-) -- 13 -- 3
39. Giant Sand, Provisions (Yep Roc) -- 13 -- 2
40. Raphael Saadiq, The Way I See It (Columbia) -- 12 -- 4
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